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Naquele Natal,
o menino
esperara
Por todos os
cantos, curioso,
procurou
Àquilo que vãs
promessas, seus
sonhos
despertara
Os sinos da
Igreja, para
ele, jamais
tocou...
Naquele Natal, o
menino
reencontrara
A esperança que
um dia se apagou
E, novamente, em
devaneios, se
abraçara
Era tudo o que
de sua vida,
então, restou
Naquele Natal, o
menino esquecera
Das frustradas
noites vazias
que passou
Sem família, sem
pão e sem espera
Naquele Natal, o
menino silenciou
Sons estampidos
para sempre o
emudecera
O sino da
Igreja, então,
tocou...
"Amai-vos uns
aos outros como
eu vos amei"
Jesus Cristo
 
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